«A teoria da aprendizagem e educação, em desenvolvimento, por
Papert, construticionismo, está baseada na noção de que as pessoas aprendem ao
activamente construírem um novo conhecimento» (Biazuz, 2003, p:6).
Esta parece-me ser a essência do que se pretende
com a comunicação educacional multimédia: conduzir à autonomia na construção do
conhecimento.
Vivemos na 'era digital' e é a Internet que
apresenta as maiores possibilidades educacionais, pois permite aquilo a que
Biazuz chama "aprendizagem activa".
Mas parece-me que, mais do que a importância das
ferramentas, das maravilhas do software, é o real contributo dessas
possibilidades no processo do conhecimento/aprendizagem dos educandos.
«Nos projetos de Alava, as características que visam
desenvolver autonomia nos educandos são: abertura para outros recursos
materiais e humanos, utilização de modos de representação múltiplos, presença
de atividades de favoreçam a aprendizagem, estabelecimento de uma rede de
comunicação, acesso a ferramentas de pesquisa e de triagem de informação e
acesso a ferramentas de acompanhamento do estudante na participação no
desenvolvimento do processo.o viver ao qual queremos nos referir possui
um aspecto mais amplo e mostra um educando autônomo, imerso no ambiente digital
fazendo escolhas sobre o meio que quer usar e pesquisando (utilizando estes
meios) para elaborar o seu trabalho para que ocorram mudanças». (Biazuz,
2003, p:8)
Nota:
Este resumo foi previamente apresentado na 'sala de aula' de FCEM. E a razão da sua publicação deve-se ao facto de me ter apercebido, no decorrer do semestre, o quanto tenho negligenciado este blogue. Sendo assim, porque não publicar as minhas sintéticas reflexões?!
Biazuz, M. (2003). “É
possível viver o digital na multimídia utilizada com fins
educacionais?”. Em Novas Tecnologias na Educação, CINTED-UFRGS, vol. 1,
nº 2, setembro. Acedido a 24-8-2011 em
http://www.nuted.ufrgs.br/oficinas/criacao/multimidiafinseducacionais.pdf
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